Ignore,não ligue,não responda.se te criticam... é porque você é importante.

Eu fiz de você uma mania para mim. - Leonardo Maciel e Junior (ourdrafts)

(via agonizei)

Eu não gostava de andar de chinelo com meia e muito menos de dormir de conchinha, juro.”
Todas aquelas vezes que você passava umas 7 horas da manhã neblinosa pra ir comprar pão na padaria da esquina eu te observava pela janela. Focava nos teus pés, era diferente para mim andar de chinelo com meias. No meu ponto de vista tudo se resumia como uma mania, uma estranha mania. Parecia um tanto confortável para chegar no ponto de andar com aquelas esquisitices no pé. Não importa se estivesse frio, calor ou caindo meteoritos do céu, que seja, aquela tentadora garota que por sinal adorava pão estaria com chinelo e meia. Mas é claro que permanecerei calado, minhas manias nunca entraram no padrão de “normalidades”. Em todos meus anos de pura babaquice nunca vi alguém tomar pelo menos um copo de água antes de dormir. Mamãe me disse que desde quando eu tinha lá pelos meus sete, oito anos eu fazia isso.
Era sexta-feira, eu acordei cedo como de costume para caminhar pela praça perto de casa com meu cachorro, antes que eu pude sair mamãe me pediu pra ir à padaria comprar pão para ela. Ela tinha acordado com uma forte gripe, espirrando e tossindo incessantemente. Peguei o dinheiro que estava sobre a mesa de centro da sala. Enquanto caminhava olhei para trás e me deparei com a garota com a mania estranha. Ela estava a uns treze metros de mim, mesmo longe pude observar o teus pés com meia e chinelo. Ela fez um gesto com a mão de “Olá”, assenti. Prossegui até a padaria da esquina. É bizarro me referir à ela usando as expressões “A garota com manina estranha ou a garota que usa chinelo com meias” Eu queria saber teu nome. Eu entrei na padaria e logo você entrou em seguida. Ah, e teu nome é Sophia, com “ph” ela completou. Começamos a falar sobre o delicioso cheiro que vinha da padaria, parecia pão-de-mel, não sei… Mas era delicioso. Nós nos sentamos e começamos a tentar decifrar de que era aquele cheiro maravilhoso. Porque mesmo estamos falando sobre esse cheiro? Ela questionou. Não sei, talvez seja a falta de assunto, eu respondi. Na verdade eu tinha milhares de assuntos para falar com ela, e também tinha milhares de perguntas, e uma delas era perguntar o porquê de ela usar chinelo com meias, mas não o fiz, eu não queria ser indiscreto. Fiquei olhando para os pés dela durante alguns segundos e ela então perguntou: Você também acha isso estranho não é? Fingi que não havia entendido e perguntei: Oi? O quê? – Desviei o olhar. Essa mania, usar chinelo com meias, que bizarro. Não, claro que não – Gaguejei. Ela me olhou como se estivesse querendo dizer: “Não se faça de desentendido” Todos acham isso estranho, mas eu não. Eu me sinto bem assim, não sigo os padrões que a sociedade impõe, não me agrada ser normal, mas afinal, todos têm suas esquisitices e manias, não é mesmo? Eu apenas confirmei com a cabeça, pensando no que eu costumava fazer quando eu tinha sete, ou oito anos, sei lá, apesar de não aparecer tão estranho quanto usar chinelo com meias. Nós nos despedimos e não supri minha vontade de perguntar o porquê daquela mania. A gente passou a se falar, todos os dias, no mesmo horário, no mesmo lugar, sentindo o mesmo cheiro. Aquilo já tinha virado rotina, uma rotina da qual eu não me importaria de ter por anos. Eu já não achava tão estranho as manias de Sophia, talvez seja porque eu esteja convivendo com aquilo todos os dias, ou talvez porque são as manias dela. Numa certa conversa, ela me disse que adorava dormir de conchinhas, mesmo que sozinha. Eu não poderia ter achado aquilo menos estranho, eu não gosto de dormir de conchinha, quanto mais sozinho, se é que isso é possível. Sophia fazia-me sentir-se bem como não me sentia a um bom tempo, ela era um remédio para todas as minhas tristezas, ou até mesmo um remédio que me fazia esquecer todas elas. Depois de muito tempo convivendo com aquilo eu posso dizer: “Sim, eu me apaixonei por uma garota que costuma usar chinelo com meias, gosta de dormir de conchinha até mesmo sozinha e que ama pão, as manias delas, são minhas agora.” Eu nunca soube o porquê de todas aquelas manias e provavelmente nunca saberei, não passam de simples esquisitices que a fazem bem, e que agora me fazem também.
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16 hours ago

“Fundo do poço ? Isso é pros fracos, eu já to no núcleo da terra”

(Source: umapequenaescritora, via trust0nme)

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16 hours ago

Estou me afastando de pessoas que eu costumava querer sempre por perto.

Estou me afastando de pessoas que eu costumava querer sempre por perto.

(Source: gabrielasousa, via gabrielasousa)

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2 days ago

Deus, dá um abraço nele, hoje a noite, por mim.

(Source: gabrielasousa, via gabrielasousa)

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2 days ago
gabrielasousa:

A indireta não foi pra você, mas já que você quer comprar ela, pode pegar que é de graça, querida.

gabrielasousa:

A indireta não foi pra você, mas já que você quer comprar ela, pode pegar que é de graça, querida.

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2 days ago

Eu fiz o Tumblr por curiosidade e virou vício.

um-perdido:

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2 days ago

Olhei pro lixo e lembrei de você.

(Source: caarolbrambatti, via m-aldade)

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2 days ago

Eu não xingo as pessoas, eu as descrevo.

(Source: quaseumromeu, via m-aldade)

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2 days ago

Indo assistir um Filme’ Já volto’

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1 week ago

Namorar no frio é tão………………………………………………………………………………………………………………………………não sei, quando eu souber conto pra vcs!

(Source: rodrigofaralhe, via sedex)

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1 week ago

This is goodbye — Lucas Rodrigues, LR. (via agonizei)

(via agonizei)

É como um dos grandes desfechos, dos livros, de grandes autores. Porém, serei mais modesto. Nosso fim não teve um grande desfecho, ele foi um fim raso, sem muito amor e carinho. Foi um fim raso, onde eu me atirei de ponta e ainda assim me afoguei nas lágrimas que caíram e ainda teimam em cair. Não fomos dignos dos textos de Shakespeare, nosso romance foi quase que um monologo; teve mais solidão do que antes. A esperança escorre pelos meus olhos, e o meu silêncio é o meu mais alto grito de ajuda. Eu não queria dizer adeus, mas eu preciso te deixar ir agora, na verdade eu preciso me deixar ir agora. Sei que você não me reconhece ao ler isso, mamãe também não me reconheceria se me visse agora. Estou doente. Há dias não me alimento direito. Ela não me reconheceria, você não me reconheceria. Na verdade, eu não me reconheço, não me reconheço, pois agora, desisto de você com todas as lágrimas do mundo represadas em mim, com toda a dor do mundo eu o deixo livre do meu amor, mas não leve essa desistência como se fosse o fim do meu amor, eu te deixo ir porque te amo, mas é verdade que você já tenha ido embora e que eu tenha lhe esperado todo esse tempo, ainda escutando o seu ultimo ‘eu te amo’ martelando minha cabeça. Eu sei, todos esperavam minhas palavras trazidas com rancor, mas eu o amo demais pra lhe escrever com ódio e de vez por todas acabar com tudo que um dia pensamos ter, porque você sabe, na verdade nunca fomos nada, nunca tivemos nada.
O adeus, a partida. O olá, a chegada. Tudo foi premeditado. Eu imaginei tudo acontecer, imaginei você chegar, e partir também, mas confesso que imaginava demorar um pouco mais, imaginava te ter por um tempo maior; queria te ter para sempre e preferiria não acreditar que agora é essa minha verdade, porém agora não me sinto mais tão só, sim… eu sei que um dia estivemos juntos, mas eu não tinha você comigo, certo? Você, sempre teve olhares longínquos, pensamentos fora do mundo, além das galáxias. Nunca tive sua companhia, apenas sua presença-ausente e agora eu tenho a suas lembranças, ainda tenho o teu perfume. De todo não fui tudo péssimo com você, a maioria foi à melhor coisa pra mim, na verdade até o que foi ruim e dolorido eu queria ter para sempre; eu queria ter você para sempre (por mais que ele não seja possível, ou melhor, por mais que ele seja possível apenas em livros), eu nunca havia descartado o sonho de ter tido uma família; por mais imaturos que fossemos, eu sempre soube que era com você, que seria você que eu levaria no natal na casa de minha avó e trataria de lhe enturmar com os meus primos mais chegados. É você até agora, e sei que vai ser para sempre, porque foi para você que eu entreguei o meu amor mais puro e verdadeiro, sabe aquele amor de apenas olhar e pronto arrebatar todos os seus sentidos e pulsar todas as suas veias? Foi assim, é assim o meu amor por você, apesar de agora essas veias que um dia pulsaram forte, pulsam vagarosas, quase paradas, porque eu fiquei doente com tanto amor, adoeci de tanto amar.
O amor não é sanidade, é insanidade. Amor é doentio e não o remédio. E eu me assumo doente de amor, louco de amor. Assumo que te amo. Os dias são contados por obrigação agora, não quero contá-los, quero os ponteiros do relógio parados naquela hora, domingo quase segunda, deveria ser umas onze e quarenta e cinco e então nosso primeiro contato, foi ali que os calafrios começaram, não me importa se pra você as horas não importam ou se nada do que um dia nos aconteceu lhe importa, não peço que se importe, não lhe peço mais nada agora. Minha insanidade começou ali, minha doença se agravou naquele exato momento.
Mas não posso fechar a coxia e agradecer o publico por ter vindo ver mais um espetáculo, porque somos um espetáculo sem fim, minhas dor é sem fim e meu amor e tudo, e um dia pensei que seriamos sem fim. Mas somos reais, não somos personagens de romances de grandes escritores. Não somos o casal que servirá de exemplo nas aulas de literatura. Talvez, no mínimo alguma crônica que fale de que o amor faz as pessoas doentes ou no Maximo um parágrafo, sem muitas vírgulas e escrito por um cansaço enorme que desabafe o quanto machuca o amor, e lá estaremos, seremos esses personagens, nada de grande estrelato ou coisa do tipo, nada de grandes obras apenas rascunhos da dor. Seremos aquilo que Romeu e Julieta não foram: um casal, onde apenas uma parte ama e, infelizmente apenas eu amo agora.
Manhã bucólica foi a segunda feira, o dia depois que minhas veias pulsaram com toda a ardência da paixão, eu sorria por te conhecer e nem se faziam vinte e quatro horas do ocorrido. Sempre foi assim enquanto tive você, manhãs cheias de sorrisos e tardes inundadas de beijos e noites aconchegantes em seus braços, mesmo você estando não presente fisicamente, porém, agora, as manhãs são nostálgicas, nelas ficam vagando os pensamentos, e as tarde inundadas de lágrimas e de saudade e as noites… Essas sim são as piores, elas são desconfortáveis sem você. E eu que não acreditava no amor, hoje desacredito apenas do seu amor, de suas palavras e promessas, que, diga-se de passagem, e estadia, nenhuma fora cumprida e as que foram, hoje noto que só foram por causa de minha persistência em você e não porque você quis.
Então não olhe para trás agora, finja ou disfarce que um dia nos conhecemos e tentamos ser alguma coisa; se esbarrar em mim na rua sei que você me olhará nos olhos como todas as noites fazia e tentará entender a tristeza que neles carrego, mas por favor dessa vez não me olhe nos olhos, não me embarace e me deixe tentando achar a saída mais uma vez sem você. Siga sem mim, digo, continue seguindo sem mim. Eu desisto de nós dois, de você e até de mim. Eu sei, agora me julgam como fraco, dizem que não é amor o que eu sinto, mas eles não sabem de nada, não sabem de nós. Não é o meu amor por você que me mata agora, é a falta do seu amor por mim ou o pensamento de que você nunca tenha me amado, isso agora que me mata. Me mata é pelas manhã não poder acordar com você.
É um adeus antes da hora, uma despedida que não deveria acontecer.
Se nossa historia de amor fosse um filme, nesse exato momento estariam subindo os créditos com aquela música que não faz nenhum sentido, assim como você e eu; ninguém estaria ali para nos assistir, ninguém estaria ali para ver o nosso fim. Seriamos um filme de terror misturado com drama e romance; talvez o massacre da serra elétrica, mas sem a serra elétrica, apenas o massacre do amor, desse nosso amor que me massacra. E então, sem você agora eu caminho na chuva, sem te beijar enquanto ela cai; apenas te beijando em meus sonhos.
E te amo, com esse nosso roteiro errado. Talvez você tenha me amado, mas não amado como eu queria. Você me amou. Irei pensar que me amaste acima do primeiro de abril, acima de tudo.
E por mais que eu redija vários livros, e escreva mais dezenas de textos, a verdade é que nunca terá um ultimo capitulo sobre você, para mim, você nunca ria acabar. Mas preciso lhe libertar, porque certa vez escutei que quem ama deixa livre, então voe. Voe como um anjo e seja feliz. Voe meu anjo. Porém, lembre-se sempre de que se quiser aterrissar, eu estarei aqui por você, te amando. Sem ódio, ou sem rancor. Um ultimo capitulo que na verdade não é ultimo. Um coração que ainda tem esperança de sua volta. Um amor que por mais que eu tente deixá-lo ir embora não vai. (e então meus olhos se fecharam, imaginando a nossa ultima vez juntos, imaginando o nosso ultimo beijo e sua ultima palavra de amor). Adeus.
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1 week ago